Mesmo quando ainda não era gente, eu sempre soube que te amaria.
Sabia que esse amor seria imenso, irremediável, indescritível, intenso
e de uma ternura que só se vê nos contos de Natal.
Só não sabia que a sede de estar com você não saciaria nunca.
Que seu sorriso sem nenhum dente deixaria tanta saudade.
Que ouvir me chamando “Papá!” sem a letra i, cheio de exclamação e bracinhos para cima - pudesse criar um turbilhão de alegria dentro de mim.
E que seus olhinhos escuros trariam toda a doçura que existe nesse mundo multiplicada daqui até o infinito.
E já pensou que agora ele tem dois dentinhos em cima e dois em baixo e servem prá morder tudo, inclusive a gente?
ResponderExcluirSaudade do sorriso banguelinha, sim...
mas ele tá lindo agora.
beijocas
Celeste